quarta-feira, 17 de abril de 2013

Participe do livro - Mentes Inquietas - Contos sobrenaturais, de suspense e de terror

Até 31 de maio, a Andross Editora estará recebendo contos sobrenaturais, de suspense e de terror para publicação no livro “Mentes Inquietas”.

A Andross Editora está recebendo contos de novos escritores para publicação no livro “Mentes Inquietas”, a ser lançado em outubro de 2013 no evento Livros em Pauta. Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter seu texto à avaliação. As inscrições vão até 31 de maio de 2013.

Alfer Medeiros, organizador do livro, diz que vale qualquer conto com temática sobrenatural, de suspense ou de terror. "Nosso intuito é escolher textos com tramas e personagens bem variados, cuja única ligação é a temática do livro: a inquietação.", diz Alfer. "As tramas precisam mexer com o leitor, deixá-los assustados, perturbados", completa.



SINOPSE DO LIVRO:
“Mary Shelley tinha pesadelos com a ideia de ressuscitar mortos... Lovecraft sentia-se perseguido por entidades anti-humanas... Edgar Allan Poe era fascinado por felinos e pássaros negros... As melhores histórias sobrenaturais, de suspense e de terror de todos os tempos surgiram das mentes mais inquietas que a literatura universal já conheceu. Agora, uma nova safra de escritores impõe ao papel toda a angústia de suas mentes, em tramas que mesclam o fantástico à loucura, o possível ao inimaginável, a penumbra ao medo... Se é horror que você procura, veio ao lugar certo: o subconsciente humano.”




SERVIÇO: 
Livro: Mentes Inquietas - Contos sobrenaturais, de suspense e de terror” 
Organização: Alfer Medeiros
Envio do texto: até 31/05/2013 
Lançamento: 10/2013 (no evento Livros Em Pauta
Regulamento: no site www.andross.com.br 
Realização: Andross Editora

Como as mídias sociais melhoram a escrita


 Imagem retirada da internet

Simon Kuper, na Folha de S.Paulo.

Eis um pequeno diálogo que travei com um colega por e-mail outro dia:

Colega: “Achei mesmo que fosse fácil demais. Vou falar com eles e verificar os próximos horários.Obrigado Simon”.

Eu: “Desculpe por isso. Basta me copiar e eu cuido do planejamento e facilito sua vida”.

Colega: “Não me incomodo. Vamos ver o que ela tem a dizer, mas se a situação ficar complicada, eu me afasto”.

Trata-se de um fenômeno bastante moderno: uma comunicação escrita que leva jeito de conversa. Dia a dia, a prosa, felizmente, está ficando mais próxima da fala. As mídias sociais, os blogs e o e-mail melhoraram muito a forma pela qual escrevemos.

Antes da internet, apenas escritores profissionais escreviam. Lembro do semestre em que aprendemos a escrever ensaios, na escola. A maioria dos meus colegas mal suportava as aulas. Jamais haviam escrito seus pensamentos de maneira ordenada no passado, e estavam confiantes em que não precisariam fazê-lo no futuro.

Uma mulher que conheço diz que foi só depois que surgiu a internet que ela percebeu que sua mãe era semianalfabeta. Antes, elas sempre conversavam por telefone, mas com a internet sua mãe passou a enviar mensagens repletas de “!!!!!!!!!!!!!!!!” e “……..”.

O e-mail estimulou uma expansão sem precedentes no uso da escrita. Vivemos hoje a era mais literata da história. Lembro-me de perguntar a alguém o que era um blog, em 2003; em 2006, a NM Incite, uma empresa de análise, havia identificado 36 milhões de blogs no planeta; cinco anos mais tarde, o número havia subido a 173 milhões.

O uso de mídias sociais cresce a cada mês. De fato, a escrita superou a fala como forma mais comum de interação. A Ofcom, a agência que regulamenta as comunicações britânicas, afirma que os britânicos hoje preferem enviar mensagens de texto a amigos e parentes distantes do que ligar para eles ou conversar em pessoa.

Os pessimistas gostam de definir o processo como morte da civilização –a visão deles é de hordas de jovens mudos trocando mensagens semianalfabetas e solipsistas. John Humphrys, apresentador de TV e rádio da BBC, chegou a descartar os “garotos do SMS” como “vândalos que estão tentando fazer com a linguagem o que Genghis Khan fez com as nações vizinhas”.

Ele está errado. Como aponta John McWhorter, linguista da Universidade Columbia, de Nova York, os pedantes vêm lamentando o declínio da linguagem desde pelo menos o ano 63 d.C. Clare Wood, psicóloga do desenvolvimento na Universidade de Coventry, diz que existem poucas pesquisas que ofereçam sustentação a alegações como a feita por Humphrys. Os estudos dela com alunos de ensino básico sugerem que as mensagens de texto resultam em melhor capacidade de leitura. As mensagens, afinal, representam uma prática constante de leitura e ortografia. As crianças tendem a não pontuar suas mensagens de texto, isso é fato. Mas a maioria delas percebe que existem diferenças entre esse gênero de comunicação e as provas escolares, por exemplo. É uma distinção que nós, adultos, estamos lentamente aprendendo. Mal começamos a eliminar as vírgulas em nossas mensagens de texto.

Mas textos, blogs, e-mails, e posts no Facebook infectam outras formas de escrita, e os resultados são positivos no geral. Isso vem tornando o jornalismo, os livros e as comunicações profissionais mais coloquiais.

VANTAGEM

As mídias sociais oferecem um bom modelo sobre como escrever. Primeiro, as mensagens em geral são curtas. As pessoas que usam o Twitter muitas vezes omitem pronomes e artigos. O vocabulário tende ao casual; os blogueiros preferem “mas” a “no entanto”. Não alegam uma falsa onisciência, e preferem proclamar sua subjetividade. E a escrita em geral é bem crua, não muito editada. Isso é uma grande vantagem.

Em “Major Memory for Microblogs”, um recente artigo em “Memory & Cognition”, uma publicação científica, os pesquisadores apontavam que as pessoas têm mais facilidade para se lembrar da escrita casual de posts no Facebook ou comentários em fóruns de discussão do que de trechos de livros ou artigos jornalísticos. Um possível motivo é que “a produção espontânea e não muito filtrada da mente de uma pessoa é exatamente o tipo de coisa que a mente alheia armazena com facilidade”. É provavelmente por isso que o Twitter, o Facebook e os reality shows de TV se tornaram sucessos.

A produção não filtrada das mentes humanas é muitas vezes estúpida. Mas não necessariamente. Acadêmicos laureados com o Prêmio Nobel também usam o Twitter. Pode-se dizer coisas brilhantes em estilo casual e coloquial (a não ser, talvez, que você seja um astrofísico).A prosa coloquial aumenta as chances de que aquilo que você tem a dizer seja lido e compreendido. É verdade que outros estilos também são válidos. Jane Austen escrevia formalmente. Mas para um escritor médio, sem talentos especiais, o estilo coloquial parecer ser o melhor. (A outra dica para quem quer ser entendido é contar uma história humana, um conselho que sempre me sinto tentado a oferecer a palestrantes que palestram com ajuda de diagramas.)

É claro que a má escrita continua a ser abundante. A revista satírica “Onion” adora parodiar a prosa jornalística, como nessa falsa reportagem que aponta o líder norte-coreano Kim Jong-eun como o homem mais sexy do mundo: “Com seu rosto redondo e devastadoramente belo, seu charme juvenil, e sua estrutura robusta e forte, esse gostosão barbado de Pyongyang é o sonho de toda mulher”. E a escrita ao modo antigo também sobrevive, como em uma recente coluna sobre insônia: “As horas liminares entre a noite e a aurora continuam a assombrar minha práxis agora que o ninho se esvaziou”.

Mas no geral as mídias sociais ajudaram muito a escrita. George Orwell, em 1944, lamentava a distância entre a verbosidade e formalismo do inglês escrito e o ritmo muito mais animado da fala: “O inglês escrito está repleto de gírias”, ele escreveu, “é abreviado sempre que possível, e pessoas de todas as classes sociais tratam sua gramática e sintaxe com descuido”. O ideal dele era uma escrita que se parecesse com a fala. Por fim estamos chegando lá.

Tradução de PAULO MIGLIACCI.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

NOVA ANTOLOGIA: "MASCOTES" - Envie seu conto sobre animais de estimação e participe!


Até 30 de abril, a Andross Editora estará recebendo contos 


sobre animais de estimação de novos escritores para publicação no livro 
“MASCOTES”.



Não há mau humor que resista ao olhar carinhoso de um cão ou a um roçar de pêlos de um gato. Animais de estimação são companheiros inseparáveis de todo mundo, inclusive dos escritores. Pois agora novos autores poderão homenagear seus bichinhos e contar suas histórias incríveis. A Andross Editora está recebendo contos de escritores em início de carreira para publicação no livro “Mascotes - Contos de cães, gatos e outros animais de estimação", a ser lançado em outubro de 2013, no evento Livros em Pauta, em São Paulo.


Walter Tierno (organizador do livro)
Não há restrição em relação ao bicho protagonista do conto”, diz o escritor Walter Tierno, organizador do livro. "Contanto que seja um animal de estimação, vale qualquer um, até baleia!", brinca

Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter seu texto à avaliação. As inscrições vão até 30 de abril de 2013. 


SINOPSE: "Faz pouco mais de dez mil anos que algum sujeito olhou para um lobo cinzento e pensou que seria uma boa ideia fazer amizade. Passou mais um tempinho e um outro pensou o mesmo ao ver um felino selvagem. Os anos foram se passando e a ideia foi repetiu ao redor do mundo, com animais diferentes. Hoje, convivemos, protegemos e amamos esses camaradas como se fossem membros legítimos de nossas famílias. E quem pode dizer que não o são? Mascotes reúne contos ora engraçados, ora tristes, mas sempre emocionantes sobre esses milenares companheiros, quer estejam cobertos por pelos, escamas ou penas.” 

SERVIÇO:

Livro: “Mascotes - Contos de cães, gatos e outros animais de estimação

Organização: Walter Tierno

Envio do texto: até 30/04/2013

Lançamento: 10/2013 (no evento Livros em Pauta)

Regulamento: no site www.andross.com.br

Realização: Andross Editora



quarta-feira, 27 de março de 2013

Resenha #1 – Sete Minutos no Paraíso



Páginas: 184
Formato: 14 x 21
Acabamento: brochura
Editora: Editora Gutenberg
ISBN: 9788565383400
Código: 10936
Área temática: Infantojuvenil/juvenil
Edição: 1



Sete minutos no paraíso conta a divertida (e complicada!) história do primeiro amor de Raquel, uma adolescente precoce, inteligente, antissocial e sarcástica que se sente a pessoa mais estranha da face da Terra e que acredita não se encaixar em lugar nenhum.
Além de enfrentar todas as angústias de uma adolescente no auge das explosões hormonais, ela terá de conviver com uma súbita e silenciosa paixão por Diego, seu melhor e inseparável amigo.
Tudo ficará ainda mais difícil quando a prima dele (que é linda de morrer) vem morar na cidade, e ela vê todos os seus sonhos de conquistá-lo desmoronarem, assim como suas notas na escola.
Mas Raquel não pretende desistir. Ela faz a seu grande amigo uma proposta que promete mudar definitivamente a história dos dois.
Nessa jornada por Sete minutos no paraíso, Raquel descobrirá muito mais sobre si mesma do que era capaz de perceber. Acompanhe, ria, chore e grite com os desastrosos (e gostosos) passos de Raquel na busca insaciável por viver sua paixão. Experimente com ela as descobertas da adolescência.


Raquel é daquele tipo de gente que não liga muito para o que as demais pessoas pensam ou falam a seu respeito. Possui seu estilo próprio, não gosta de coisas de menininha, é mais chegada em rock, preto e afins. 

Diego seu único e, melhor amigo, é mais sociável. Adora filmes de terror, daqueles que tem muito sangue e pedaços humanos para todas as partes. Às vezes vê alguns filmes românticos com Raquel, mas nada que afete seu gosto pelos com terror e sangue. 

A vida dos dois é – como posso dizer - comum. Nada demais, tudo ocorre como na vida dos adolescentes em geral, porém, muda quando Raquel de uma hora para a outra se apaixona pelo seu melhor amigo.  - O bom humor e a descontração da personagem são evidentes durante o livro todo. Apesar de tratar de um assunto que para os adolescentes é complicado, a autora sobe trabalhar a situação de uma maneira gostosa de ler e envolvente. Peguei-me várias vezes durante a leitura chorando de rir dos pensamentos maliciosos que Raquel tem com Diego. Os pontos fortes do livro são: a descontração da personagem principal, a linguagem bem característica dos jovens e, a coisa que mais gostei, o livro é ambientado em solo brasileiro. Um joinha para a autora Rafaella Vieira, parabéns pelo trabalho. 

Raquel, agora enlouquecida de amor por Diego, cria várias formas de ficar com, o homem da sua vida. Durante essa jornada para conseguir a atenção é amor do melhor amigo, descobre que ali, bem dentro, há uma Raquel bem mais ousada, que aceita mudar, mostrar para as pessoas sua opinião, pedir ajuda quando preciso e, acaba chegando ao momento mais esperado por ela: aqueles Sete Minutos no Paraíso – mas isso eu vou deixar vocês descobrirem quando lerem o livro, Haha! 

PS: Não é spoiler, mas no final ela descobre que... Quando você tem coragem para dizer o que sente, pode se surpreender com a reação das pessoas. 

Resenhando com música.
A resenha foi escrita ao som de Just Give Me A Reason da P!nk. Há! Já ia esquecendo, no livro a cada início de capítulo tem a citação do trecho de uma música e o livro também é recheado delas. 

terça-feira, 19 de março de 2013

Amazon lança Kindle Paperwhite no Brasil

James Della Valle, para a Veja.com.

Dispositivo chega ao mercado nacional nas versões Wi-Fi e 3G e combina a tecnologia de tinta eletrônica com tela iluminada.

 Kindle Paperwhite: a nova aposta da Amazon para o mercado nacional


A Amazon anunciou nesta terça-feira a chegada ao Brasil de mais um produto de sua linha de leitores eletrônicos: o Kindle Paperwhite. Lançado originalmente em outubro de 2012 nos Estados Unidos, o dispositivo combina tinta digital, tecnologia que utiliza impulsos elétricos para organizar pigmentos em sua tela, com uma camada de LCD retro iluminado – que permite a emissão de luz para a leitura em ambientes escuros. “A chegada do Paperwhite ao país demonstra que a Amazon mantém o interesse no mercado brasileiro”, afirmou Alex Szapiro, vice-presidente da Amazon Kindle no Brasil, ao site de VEJA.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher com Editora Gente

A Editora Gente, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, lançou uma promoção incrível. Duas (dois) ganhadores levarão 25 livros de temas váriados da editora para casa. Vale a pena conferir a promoção e participar. É muito simples: basta seguir a página da "Editora Gente no Facebook" e clicar nesse "Link"

Delicadeza de uma rosa com a sabedoria de um livro, a mulher pode mudar o mundo. O seu mundo. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a Editora Gente irá sortear 25 livros com temas variados para duas pessoas. O sorteio é válido para todas as pessoas e, caso algum homem seja o vencedor, sugerimos que ele presenteie a mulher mais importante de sua vida com livros. O sorteio acontecerá no dia 08/03 (sexta-feira) às 18h! Quer 25 livros da Editora Gente? Então curta nossa página, comente (com seu e-mail para contato) e compartilhe o post do sorteio! Boa sorte!

 Regulamento:

Serão sorteados dois nomes e os vencedores ganharão vinte e cinco livros da Editora Gente e serão comunicados por e-mail, na segunda-feira 11/03. O material será enviado para o endereço informado. Lembrando que a participação só é válida para quem possuir algum endereço no Brasil e para quem curtir nossa página, comentar e compartilhar o post do sorteio, informando algum e-mail para contato. Boa sorte!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Promoção: A rua número 12

Olá leitores do Escrivaninha! Se vocês são amantes e loucos por livros como eu não podem deixar de participar da super promoção que meu amigo e escritor Emerson Machado está fazendo para o lançamento de sua mais nova obra: A Rua Número 12.

Para participar é muito simples. Basta seguir a página do livro no Facebook e clicar na aba "Sorteios" na página - como na imagem abaixo. Pronto, você está concorrendo a um exemplar autografado do livro, não perca tempo e participe agora mesmo.




Fernanda resolve contar a história da Rua Número 12 e falar sobre a sua vida no hospital, onde está internada para tratar uma doença grave. Aos onze anos, nada fala sobre seu futuro; sabe apenas que será feliz.

Formato: Livro
Autor: MACHADO, EMERSON
Editora: DUNA DUETO
Assunto: LITERATURA JUVENIL
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